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Presidente da ANPRI em entrevista à SapoTek - Retrato das escolas portuguesas: A vontade pode ser muita, mas a tecnologia é pouca
by Fernanda Ledesma - Monday, 26 September 2016, 5:08 PM
 

Deste artigo salientamos o que foi referido pela Presidente da Direção da ANPRI, tendo em conta que o artigo inclui depoimentos de outras entidades.

«A visão da ANPRI vai no mesmo sentido. A Associação Nacional de Professores de Informática considera que, ao nível dos equipamentos tecnológicos e infraestruturas, desde 2010 que não há investimento significativo que altere o panorama tecnológico das escolas. “O que tem vindo a acontecer é que algumas escolas autonomamente se candidatam a projetos diversos promovidos por fundações e outras organizações e vão conseguindo fazer projeto muito interessantes para integração das TIC em sala em contexto educativo”, refere Fernanda Ledesma, presidente da direção.

E deixa um exemplo: projetos de integração de tablets, as conhecidas Salas do Futuro, “mas são abordagens botton-up, surgem nas escolas e depois têm vindo a ser reconhecidos como boas práticas superiormente. Mas o investimento é conseguido pelas escolas”, sublinha.

“A crise e a autonomia têm esta vertente: ficamos um pouco dependentes da sensibilidade para esta área, das pessoas que integram as direções das escolas e isso nota-se cada vez mais”, refere a diretora da ANPRI. “Umas têm projetos inovadores e outras estão como ficaram em 2010, acrescendo o desgaste do equipamento destes seis anos”.

Neste cenário, salienta outra vertente, desta vez pela positiva: algumas autarquias que têm investido no equipamento tecnológico para dar melhores condições às suas escolas, nomeadamente para criar condições para implementar o projeto de iniciação à programação no 1º ciclo. “Em muitos casos, teria sido impossível dar início a este projeto senão fosse o apoio das autarquias. 

Fernanda Ledesma reconhece que ao nível de projetos para integração pedagógica das tecnologias o Ministério de Educação, através da Direção Geral de Educação, tem promovido alguns projetos muito interessantes. A maioria não iniciou com esta tutela, salienta, mas acabaram por “acarinhados” pelo atual Governo, pelo seu interesse.

São exemplo o projeto de iniciação à programação no 1º ciclo, que no ano anterior envolveu mais de 27 000 alunos e mais de 700 professores. “Foi um sucesso, apoiaremos este projeto com todas as nossas forças. As inscrições neste ano letivo duplicaram, mas temos de aguardar pelos números finais”.

A responsável aponta também como um exemplo positivo o reconhecimento e financiamento dos clubes de robótica e programação existentes nas escolas. “Um aluno que inicie o 1º Ciclo atualmente pode ser surpreendido com sessões de programação e robótica. A maioria gosta e os alunos “aprendem-fazendo” através da “resolução de problemas”.

Neste caso ficou a faltar a continuidade, porque os alunos que tiveram programação no 4º ano, não vão ter no 5º ano na maioria das escolas “como tinha sido prometido”. O mesmo acontece com o desdobramento das turmas na disciplina de TIC no 7º e 8º ano. “As aulas nesta disciplina que é prática são dadas com a turma completa, chegam a ser 30 dentro da sala. Não há condições para que os alunos desenvolvam as competências previstas e o professor fica esgotado, para dar resposta a tanta solicitação”

Artigo completo aqui!

 
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