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Desinvestimento no ensino de TIC pode comprometer futuro do país
by Carlos Nunes - Thursday, 6 June 2013, 4:42 PM
 

A ANPRI, Associação Nacional de Professores de Informática, vem por este meio evidenciar a sua extrema preocupação pelo facto dos cursos da área de Informática voltarem a não ser considerados como áreas prioritárias e assim ficarem muitas escolas e alunos impossibilitadas de escolher e/ou seguir esta via de ensino, sobretudo nos cursos profissionais. Tal compromete o seu futuro e ao mesmo tempo o do país!

Salientamos que a ANPRI sempre adoptou uma atitude de alerta e prevenção fazendo questão de fazer parte integrante da solução e não do problema. Enviou diversos e-mails a informar sobre a situação e a propor alternativas que não trariam mais custos.

Esta impossibilidade tem influência, certamente marcante, quer no percurso escolar de possível insucesso, quer na escolha de uma futura profissão. Os cursos da área de Informática têm bastante procura por parte dos alunos que se vêem incapacitados de poder seguir o percurso que pretendiam. Ainda a este nível relembramos que a área de Informática ainda é das poucas com saídas profissionais quer em Portugal, quer no estrangeiro e desta forma o Ministério da Educação não permite que os alunos possam seguir um caminho que lhes permita, sem ter que ingressar na Universidade, uma profissão que lhes garanta alguma qualidade de vida e possível futuro risonho. 

Sendo um tipo de ensino “virado” para o mercado de trabalho não faz qualquer sentido privar os alunos de uma área que está e estará cada vez mais presente, sendo por vezes até fundamental / nuclear.

Realçamos ainda que na apresentação de Portugal a investidores em Março de 2013, como se constata (na imagem em anexo) o sector de Informação e Computadores é, de longe, a maior parcela na componente de exportações de serviços de Portugal!

Esta é mais uma evidência do porquê de não podermos rejeitar o Ensino da Informática nas nossas escolas!

Por mais dúvidas que existam acerca do que é ou pode vir a ser esta nova sociedade, é já bastante certo e visível o enorme impacto das tecnologias da informação e da comunicação no dia-a-dia dos cidadãos e das organizações. Milhares de vagas no sector da informática estão por preencher, por falta de candidatos qualificados!

Não é compreensível também o governo considerar que para a "futura oferta de ensino profissionalizante foram definidas as seguintes áreas prioritárias: Ciências Informáticas e Multimédia" e agora dar o dito por não dito... (http://www.publico.pt/sociedade/noticia/governo-quer-mais-jovens-nos-cursos-com-componente-pratica-1592425)

Porém, o país incompreensivelmente não aproveita esta hipótese! Apesar da alta taxa de empregabilidade, o número de licenciados em informática não tem acompanhado a procura e, talvez de forma bastante mais grave, a nível do ensino secundário, praticamente não existir formação nesta área. O resultado é que a maioria dos alunos acaba o ensino secundário sem nunca ter aprendido conceitos básicos de programação ou de redes de computadores, sendo praticamente analfabetos funcionais ao nível das tecnologias. 

Para além, de variadíssimas notícias que já destacámos em informações anteriores gostaríamos de destacar mais algumas que têm surgido nos últimos tempos:

Estamos a perder oportunidades únicas e não nos podemos dar ao luxo de o fazer!

 
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