Concurso Robô Bombeiro

Decorre hoje o Concurso Robô Bombeiro | Guarda

Está a decorrer hoje a 17ª edição do Concurso Nacional de Robótica na cidade da Guarda.

O Concurso Robô Bombeiro é organizado por docentes do Instituto Politécnico da Guarda. É um concurso de robótica, inspirado no Trinity College Fire Fighting Home Robot Contest, que põe à prova pequenos robôs móveis e autónomos com a missão de encontrar e apagar um incêndio, simulado por uma vela, num modelo de uma casa formado por corredores e quartos.

Concurso Robô Bombeiro
Concurso Robô Bombeiro
Concurso Robô Bombeiro

12 clubes foram distinguidos no Evento Nacional do concurso “Clubes de Programação e Robótica 2019

Clubes de Robótica e Programação
Clubes de Programação e Robótica

 

Decorreu ontem, dia 3 de julho, em Lisboa, o Evento Nacional do concurso “Clubes de Programação e Robótica 2019” organizado pela Direção-Geral da Educação, no âmbito do projeto Clubes de Programação e Robótica (CPR).
Na fase regional, realizada no norte e no sul do país, foram selecionados 24 clubes, que neste evento partilharam as práticas de referência que dinamizam nas suas escolas.

Ontem, foram distinguidos 12 clubes, 3 por categoria, a saber,

Categoria 1 – Iniciação à Robótica

Agrupamento de Escolas de Alberto Sampaio

Agrupamento de Escolas Sanches

Agrupamento de Escolas de Gouveia

Categoria 2 – Veículos Robóticos 

Agrupamento de Escolas de Vilela

Agrupamento de Escolas de Mem Martins

Escola Secundária de Avelar Brotero

Categoria 3 – Objetos e espaços inteligentes

Escola Secundária Augusto Cabrita

Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo

Externato Cooperativo da Benedita

Categoria 4 – Tema Livre

Escola Básica D. Afonso Henriques

Escola Secundária de Gago Coutinho

Agrupamento de Escolas de São Gonçalo

Contudo, importa salientar que o mais importante são as aprendizagens e as oportunidades e experiências vividas pelos alunos em cada escola, pois a qualidade dos projetos apresentados pelos diversos clubes era evidente e nem tudo é mensurável e avaliado no âmbito do concurso.

Parabéns a todos e continuação de bom trabalho.

Concurso Robô Bombeiro

Cenário de Aprendizagem: Robot Anprino Pintor

Anprino Pintor.
Anprino Pintor.

 

Lançamos aqui um desafio à comunidade de utilizadores do Robot Anprino: e porque não partilhar as vossas atividades? Cenários, situações-problema, projetos em que o robot Anprino esteja nas mãos dos alunos. Estamos abertos a novas ideias, e queremos ajudar a disseminar práticas. Se tiverem propostas ou registos de atividade, enquadradas, façam-nas chegar através do endereço de email  artur.coelho@anpri.pt, para que partilhemos com a comunidade. Porque juntos, aprendemos mais e melhor!

Iniciamos a partilha com o cenário de aprendizagem Robot Anprino Pintor. Foi desenvolvido no âmbito do Curso Pós-graduado Especialização em Tecnologias e Metodologias da Programação no EB do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, nas disciplinas de Programação de Objetos Tangíveis e Seminário de Investigação e Projeto. O cenário foi aplicado com alunos  de 5.º ano de escolaridade, do clube de robótica do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, que se divertiram imenso a programar o nosso Anprino para pintar. Pode ser utilizado em contextos interdisciplinares e de flexibilidade curricular com contributos diretos das áreas de TIC, Educação Visual, Educação Tecnológica, e Matemática. Este projeto foi inspirado no trabalho de vanguarda inovadora do artista plástico Leonel Moura. Para além do estímulo à aprendizagem de robótica e programação, pode levar os alunos envolvidos a refletir sobre as questões na fronteira entre tecnologia, arte e estética que o trabalho de Leonel Moura levanta.

Cenário de Aprendizagem: Robot Anprino Pintor

Área/domínio conhecimento:

Tecnologias de Informação e Comunicação: Programação e Robóticas.
Educação Visual: Arte Contemporânea.

Nível de ensino:

2º ciclo (5º ano – algoritmos e pensamento computacional; 6º ano – programação de objetos tangíveis). Pode ser adaptado a outros níveis de ensino, abordando temáticas ligadas à mecânica, programação, robótica, expressão plástica, história de arte e pensamento artístico.

Título:

Robot Anprino Pintor

Objetivos:

Utilizar a plataforma Robot Anprino para desenvolver robots pintores que, através de programação, criem desenhos em papel.

Desenvolver competências de programação de objetos tangíveis.

Cruzar artes visuais com tecnologias digitais, com foco na arte contemporânea.

Abrir espaço a reflexão estética sobre temáticas da geometria, desenho, arte digital, robótica, inteligência artificial, caos e aleatoriedade.

Questionar o conceito tradicional de arte como algo de exclusivamente humano e afastado de meios de expressão digital.

Conhecer práticas artísticas contemporâneas no cruzamento entre arte e tecnologia, a partir do trabalho do artista plástico Leonel Moura (bebots, robots pintores).

Contexto/ambiente/narrativa:

Vamos ensinar um robot a pintar? Usando programação, como conseguimos fazer com que um robot crie desenhos? E de quem será a autoria desses desenhos, do robot, ou de quem o programou? Poderão robots ser meio de expressão plástica?

Com base nesta premissa, um grupo de alunos que frequenta o clube de robótica do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro foram desafiados a aprender a programar o robot Anprino, para posteriormente desenvolverem programas que, executados ao longo de várias horas e com materiais riscadores acoplados ao robot, criaram padrões sucessivos em papel de cenário. O ponto de partida para estes robots pintores era o introduzir de aleatoriedade nos tempos de movimento definidos pelas condições. Os alunos preferiram explorar a possibilidade de traçado de padrões geométricos.

Recursos e materiais:

Recursos:
Robot anprino modelo Nandy (ou qualquer outro modelo, montando sensor de ultrasons)
Adaptador para caneta
Materiais riscadores
Papel de cenário
Módulos de pavimentação (para restringir os movimentos do robot)
Cabo USB
Computador

Software:
Ardublockly para Anprino
Arduino IDE e biblioteca Ultrasonic Master

Avaliação:

Programas criados pelos alunos (ficheiros .ino da IDE arduino ou xml do Ardublockly);
Registo da evolução dos alunos da programação em blocos para IDE arduino;
Complexidade dos programas desenvolvidos;
Capacidade de desenvolvimento de diferentes padrões de movimentos (aleatório, padrões geométricos);
Pinturas produzidas pelos robots.

Enredo e sequência de atividades:

Primeiras experiências de programação no Ardublockly.
Primeiras experiências de programação no Ardublockly.

Sequência:
1. Introdução à programação do Robot Anprino: criar programas com blocos para movimentos simples (andar em direção frente/atrás, virar).
2. Programação do robot Anprino para descrever figuras geométricas: estudar a relação entre tempo e velocidade no movimento do robot; desenvolver algoritmos que levem o robot a movimentar-se descrevendo figuras geométricas.
3. Programação de algoritmos de desenho aleatório para criação de padrões e pintura: inserir elementos de aleatoriedade (sorteio de números, comparações lógicas) em blocos de ciclo ou tempo.
4. Produção de desenhos criados pelo robot: utilizando um recinto fechado com módulos de pavimentação, materiais riscadores e papel de cenário, testar os programas deixando o robot em movimento durante algumas horas. Selecionar materiais riscadores com cores específicas (contrastes de cor, cores análogas) para controlar o efeito visual final.
5. Enquadramento com prática artística de Leonel Moura: apresentar o trabalho BeBots – Robots Pintores, comparando-os com o trabalho desenvolvido pelos alunos. Esta fase encerra o projeto, para que o contato com experiências estéticas contemporâneas seja enquadrado com o projeto de programação. Se esta fase for colocada no início, poderá haver o risco dos alunos quererem replicar o trabalho artístico, o que não é o que se pretende.

Esta atividade pressupõe conhecimentos prévios de programação utilizando linguagens por blocos. Tempo: sugere-se um bloco de 50 minutos para as fases 1, 2,3 e 5. A produção dos desenhos pelos robots requer que funcionem durante algumas horas, se for essa a escolha estética tomada pelos alunos.

Competências:

Primeiros testes dos alunos com o robot pintor.
Primeiros testes dos alunos com o robot pintor.

Referência do quadro de competências europeu: Competências matemáticas e no domínio das ciências, tecnologia e engenharia; competências digitais; competências de sensibilidade e expressão culturais.

Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória:
Embora as competências definidas no perfil dos alunos se interrelacionem em profundidade, esta atividade incide especialmente nas áreas que em seguida se destacam.

Informação e comunicação: colaborar em diferentes contextos comunicativos, de forma adequada e segura, utilizando diferentes tipos de ferramentas (analógicas e digitais), com base nas regras de conduta próprias de cada ambiente.

Raciocínio e resolução de problemas: gerir projetos e tomar decisões para resolver problemas; desenvolver processos conducentes à construção de produtos e de conhecimento, usando recursos diversificados.

Pensamento crítico e pensamento criativo: desenvolver novas ideias e soluções, de forma imaginativa e inovadora, como resultado da interação com outros ou da reflexão pessoal, aplicando-as a diferentes contextos e áreas de aprendizagem.

Sensibilidade estética e artística: reconhecer as especificidades e as intencionalidades das diferentes manifestações culturais; experimentar processos próprios das diferentes formas de arte; apreciar criticamente as realidades artísticas, em diferentes suportes tecnológicos,
pelo contacto com os diversos universos culturais.

Saber científico, técnico e tecnológico: manipular e manusear materiais e instrumentos diversificados para controlar, utilizar, transformar, imaginar e criar produtos e sistemas; executar operações técnicas, segundo uma metodologia de trabalho adequada, para atingir um objetivo ou chegar a uma decisão ou conclusão fundamentada, adequando os meios materiais e técnicos à ideia ou intenção expressa; adequar a ação de transformação e criação de produtos aos diferentes contextos naturais, tecnológicos e socioculturais, em atividades experimentais, projetos e aplicações práticas desenvolvidos em ambientes físicos e digitais.

Atividades de extensão/ desfecho/produto(s):

Cenário base: criar pequenos programas de movimento repetitivo para o robot anprino.
Expansões: explorar motivos geométricos; controlar colocação da caneta no papel (subir/descer de acordo com programação); usar leds para efeitos de fotografia de longa exposição; algoritmos de decisão autónomos para o robot pintor.

Disciplinas envolvidas:

Afinando programas para o robot.
Afinando programas para o robot.

Tecnologias de Informação e Comunicação
Domínios:
INVESTIGAR E PESQUISAR: Utilizar o computador e outros dispositivos digitais, de forma a permitir a organização e gestão da informação; COMUNICAR E COLABORAR: Selecionar as soluções tecnológicas, mais adequadas, para realização de trabalho colaborativo e comunicação que se pretendem efetuar no âmbito de atividades e/ou projetos; Apresentar e partilhar os produtos desenvolvidos utilizando meios digitais de comunicação e colaboração em ambientes digitais fechados: CRIAR E INOVAR: Conhecer as potencialidades de diferentes aplicações digitais, por exemplo, de escrita criativa, explorando ambientes de programação; Compreender o conceito de algoritmo e elaborar algoritmos simples; Analisar algoritmos, antevendo resultados esperados e/ou detetando erros nos mesmos; Elaborar algoritmos no sentido de encontrar soluções para problemas simples (reais ou simulados), utilizando aplicações digitais, por exemplo: ambientes de programação, mapas de ideias, murais, blocos de notas, diagramas e brainstorming online; Produzir artefactos digitais criativos, para exprimir ideias, sentimentos e conhecimentos, em ambientes digitais fechados.

Educação Tecnológica
Domínios:
RECURSOS E UTILIZAÇÕES TECNOLÓGICAS: Investigar, através de experiências simples, algumas características de materiais comuns (dureza, flexibilidade, resistência, elasticidade, plasticidade). Manipular operadores tecnológicos (de energia, movimento/mecanismos, estruturas resistentes) de acordo com as suas funções, princípios e relações com as produções tecnológicas. Identificar fontes de energia e os seus processos de transformação (elétrico, térmico, mecânico e sonoro), relacionando-as com soluções tecnológicas aplicáveis aos projetos. Colaborar nos cuidados com o seu corpo e no cumprimento de normas de higiene e segurança na utilização de recursos tecnológicos.

Educação Visual
Domínios:
APROPRIAÇÃO E REFLEXÃO: Reconhecer a tipologia e a função do objeto de arte, design, arquitetura e artesanato de acordo com os contextos históricos, geográficos e culturais. Descrever com vocabulário adequado (qualidades formais, físicas e expressivas) os objetos artísticos. INTERPRETAÇÃO E COMUNICAÇÃO: Compreender os significados, processos e
intencionalidades dos objetos artísticos; Expressar ideias, utilizando diferentes meios e processos (pintura, escultura, desenho, fotografia, multimédia, entre outros);

EXPERIMENTAÇÃO E CRIAÇÃO: Utilizar diferentes materiais e suportes para realização dos seus trabalhos; Manifestar capacidades expressivas e criativas nas suas produções, evidenciando os conhecimentos adquiridos; Desenvolver individualmente e em grupo projetos de trabalho, recorrendo a cruzamentos disciplinares (artes performativas, multimédia, instalações, happening, entre outros); Justificar a intencionalidade dos seus trabalhos, conjugando a organização dos elementos visuais com ideias e temáticas, inventadas ou sugeridas.

Matemática
Domínios:
GEOMETRIA E MEDIDA: Figuras planas e sólidos geométricos; Medida: Descrever figuras no plano e no espaço com base nas suas propriedades e nas relações entre os seus elementos e fazer classificações explicitando os critérios utilizados; Exprimir a amplitude de um ângulo em graus e identificar ângulos complementares, suplementares, adjacentes,
alternos internos e verticalmente opostos; Utilizar os critérios de igualdade de triângulos na sua construção e na resolução de problemas em contextos matemáticos e não matemáticos; Reconhecer casos de possibilidade de construção de triângulos e construir triângulos a partir de elementos dados (amplitude de ângulos, comprimento de lados).

Notas de apoio à sua implementação:

Demonstrar como funciona o robot Anprino Pintor.
Demonstrar como funciona o robot Anprino Pintor.

De momento, o robot anprino não dispõe de forma de acoplar materiais riscadores com dispositivos que permitam elevar/baixar caneta. A peça concebida para este projeto adapta-se à medida dos marcadores comuns.
Requer que o programa corra no robot durante várias horas para mostrar padrões gráficos complexos.
O robot pode ser programado para descrever forma geométricas recorrendo a ciclos.
Pode ser introduzida aleatoriedade com operadores lógicos na duração dos ciclos ou nos tempos de ação.
Conjugar ciclos com sensor de ultrassons permite conferir autonomia ao movimento do robot.

Concurso Robô Bombeiro

Anprino Artista

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E porque não colocar o Anprino a desenhar? O Robot Anprino pode ser programado para deixar a sua marca. Para isso, concebemos um conjunto de peças que suportam canetas, com diferentes tamanhos,  Cliquei aqui para descarregar os ficheiros STL para imprimir em 3D:  Suportes para Canetas Anprino. E agora, é dar asas à programação criativa e transformar os Anprinos em robots pintores!

Concurso Robô Bombeiro

Quer montar as peças impressas em 3D do seu Robot Anprino?

Desenvolvemos um guião  passo a passo para montagem das peças impressas em 3 D do seu Robot Anprino.

Guião passo a passo para descarregar em pdf

Embora disponibilizemos este guião de montagem, temos de salientar que há outras soluções de montagem, cada um pode fazer as suas opções, desde que consiga organizar as peças e o robot fique funcional.

All-focus

Que peças impressas em 3 D têm o kit do Robot Anprino.

Peças iguais nas várias versões:

1 Base

1 Suporte com berlinde

4 “T”  para suporte dos motores + 1 suplente

1 Base para encaixe da placa arduino

2 Rodas

5 Espaçadores redondos (1 suplente)

2 braçadeiras para a powerbank

Concurso Robô Bombeiro

Como fazer uma calculadora de código de cores das resistências

Quando iniciamos a introdução de placas eletrónicas, seja a arduino ou outra, no âmbito do ensino e aprendizagem formal ou não formal, é necessário que os alunos identifiquem alguns conceitos que ainda não dominam ou não conhecem de forma aprofundada. Assim, é necessário que os alunos os percebam, de uma forma adequada a cada contexto e a cada faixa etária,  no caso dos alunos do ensino básico de uma forma mais intuitiva e criativa.

Assim, é necessário criar alguns instrumentos que nos permitam atingir esse objetivo. Nas sessões da ANPRI usamos uma “Rodela” que nos permite calcular o valor de uma resistência, com alunos que ainda não dominam os conceitos, mas que deste modo percebem que têm valor diferente.

Esta rodela pode ser descarregada no site do Robot Anprino, recortada e montada de forma a funcionar.

Depois basta colocar as cores seguidas, iguais às linhas das cores da resistência.

Vamos experimentar?

Ficheiro em pdf disponível site do Robot Anprino

Calculadora de código de cores de resistências
Calculadora de código de cores de resistências
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Faino, para que ningún alumno sexa para atrás

É isto que nos move.
É isto que nos move.

Depois da Maker Faire Rome, a visita seguinte do Robot Anprino levou-nos à nossa vizinha Galiza. Mais uma vez, foi uma oportunidade para divulgar o projeto, partilhar ideias com os makers presentes, e vir de lá com novas ideias para implementar. É esse o espírito das Maker Faire, partilhar, para aprender mais.

Maker Faire Galicia

Entre os dias 23 a 25 de novembro, o espaço Gaiás Cidade da Cultura em Santiago de Compostela acolheram a edição de 2018 da Maker Faire Galicia. Contou com cerca de quarenta projetos participantes. Robots pintores, impressoras 3D de grande volume, robots humanóides, holografia com telemóveis e muitos projetos de cultura Maker na educação despertaram a atenção dos visitantes.

Este ano, o seu lema era uma única palavra: faino. Algo que se pode traduzir por faz, ou fazer. Ao qual nós juntamos o para que nenhum aluno fique para trás, nessa língua que é nossa irmã. É esse o lema do nosso projeto de afetos, que visa contribuir para tornar a robótica educativa mais acessível, utilizando a combinação de hardware open source, impressão 3D e programação por blocos.

Para que nenhum aluno fique para trás

O imparável Anprino Luís.
O imparável Anprino Luís.

O projeto Robot Anprino, kit de robótica educativa desenvolvido por professores, procura responder à necessidade de acessibilidade das crianças e jovens que são alunos do ensino básico a instrumentos de aprendizagem na área da robótica e programação. Tem como lema que nenhum aluno seja deixado para trás e utiliza a combinação do potencial de três tecnologias, impressão 3D, programação por blocos e eletrónica de base arduino, para criar um kit de robótica de baixo custo, que pode ser montado em inúmeras configurações e programado por crianças.
Este projeto não se limita à construção de robots. Também aposta na formação de professores,quer na iniciação à programação e robótica, quer na conceção de atividades práticas, estruturadas e integradoras de diferentes áreas de aprendizagem, que permitam às crianças explorar a programação e robótica. Tem ainda um forte cariz social como kit de baixo custo, com alguns fornecidos a escolas de forma gratuita no âmbito de concursos que distinguem o esforço de professores com os seus alunos na promoção da aprendizagem da robótica e programação. Nas suas mãos, é uma ferramenta de desenvolvimento de competências nas áreas da tecnologia, fundamentais no mundo contemporâneo e futuro próximo. É um projeto aberto que pode ser remisturado por todos os interessados.

Anprino na Maker Faire Galicia

Espaço da ANPRI na Maker Faire Galicia.
Espaço da ANPRI na Maker Faire Galicia.

Para a Faire, levámos um exemplar de cada um dos nossos modelos: Luis, um segue-linhas autónomo que surpreendeu todos os visitantes, Nandy, com sensores que evitam obstáculos e andou pelo meio dos visitantes, e Arthur, que por ser controlado por Bluetooth foi constantemente conduzido pelas crianças que nos visitaram. Levamos também outros modelos que mostravam aos visitantes diferentes configurações de montagem e programação do Anprino, e um protótipo do Nana, um pequeno robot pensado para tirar partido da Internet das Coisas. Estreámos um dos nossos novos protótipos, um add on para criar desenhos com programação de robots. O nosso espaço também contava com uma impressora 3D portuguesa, mostrando parte do processo de criação deste robot.

O sorriso das crianças, a sua reação quando interagem com os nossos robots, é algo que nos encanta. Mais uma vez, estes eram o público mais interessado do nosso espaço, pegando nos robots, brincando com eles, conduzindo-os. Com os olhos a brilhar num misto de deleite e curiosidade . Os makers ficaram surpreendidos com a solução de programação amigável, utilizando o Blockly como base para se poder programar um robot baseado em arduino. Os visitantes apreciaram o lado colaborativo, de professores de diferentes áreas que se uniram para resolver problemas de acessibilidade à tecnologia. Nós pudemos trazer um pouco de tecnologia portuguesa à maior feira Maker espanhola.

Trazemos da Maker Faire Galicia um acolhimento caloroso, e espírito de partilha. Agora dizemos para que ningún alumno sexa para atrás. É para isto que trabalhamos.

Concurso Robô Bombeiro

Nessuno studente puo essere lasciato indietro

Este ano, a Associação Nacional de Professores de Informática esteve presente na Maker Faire Roma. Entre as centenas de projetos de inovação tecnológica, experimentalismo e criatividade digital, ou instituições que mostram o que desenvolvem na crista da onda da inovação, contava-se o projeto Robot Anprino, desenvolvido pela ANPRI.

Robot Anprino: Que Nenhum Aluno Fique para Trás!

O nosso espaço na Maker Faire Rome.
O nosso espaço na Maker Faire Rome.

O projeto Robot Anprino, kit de robótica educativa desenvolvido por professores, procura responder à necessidade de acessibilidade das crianças e jovens que são alunos do ensino básico a instrumentos de aprendizagem na área da robótica e programação. Tem como lema que nenhum aluno seja deixado para trás e utiliza a combinação do potencial de três tecnologias, impressão 3D, programação por blocos e eletrónica de base arduino, para criar um kit de robótica de baixo custo, que pode ser montado em inúmeras configurações e programado por crianças.

Este projeto não se limita à construção de robots. Também aposta na formação de professores,quer na iniciação à programação e robótica, quer na conceção de atividades práticas, estruturadas e integradoras de diferentes áreas de aprendizagem, que permitam às crianças explorar a programação e robótica. Tem ainda um forte cariz social como kit de baixo custo, com alguns fornecidos a escolas de forma gratuita no âmbito de concursos que distinguem o esforço de professores com os seus alunos na promoção da aprendizagem da robótica e programação. Nas suas mãos, é uma ferramenta de desenvolvimento de competências nas áreas da tecnologia, fundamentais no mundo contemporâneo e futuro próximo. É um projeto aberto que pode ser remisturado por todos os interessados.

Maker Faire Rome 2018: nessuno studente è rimasto indietro.

As crianças italianas adoraram os Anprinos.
As crianças italianas adoraram os Anprinos.

Foi essa a dinâmica que quisemos partilhar em Roma, neste evento reúne alguns dos criadores de topo na comunidade Maker europeia. A reação do público que nos visitou foi surpreendente. Empreendedores e pessoas ligadas à indústria elogiaram as soluções tecnológicas do Anprino. Professores italianos descobriram o que se faz cá em Portugal nestes domínios, e partilharam metodogias de trabalho. Visitantes e curiosos ficaram surpreendidos com o lado social do projeto, sem fins lucrativos, enfatizando a promoção da igualdade na acessibilidade à tecnologia para crianças.

Mas as verdadeiras estrelas desta nossa aventura romana foram as crianças . Foram muitos os momentos em que o espaço da ANPRI se tornou um verdadeiro recreio, no melhor dos sentidos. Era constante ter meninas e meninos deliciados , interagindo com os nossos robots .

E, à noite, que tal levar uma Anprino Nana à Fonte de Trevi?
E, à noite, que tal levar uma Anprino Nana à Fonte de Trevi?

Para a Faire, levámos um exemplar de cada um dos nossos modelos: Luis, um segue-linhas autónomo que surpreendeu todos os visitantes, Nandy, com sensores que evitam obstáculos e andou pelo meio dos visitantes, e Arthur, que por ser controlado por Bluetooth foi constantemente conduzido pelas crianças que nos visitaram. Levamos também outros modelos que mostravam aos visitantes diferentes configurações de montagem e programação do Anprino, e um protótipo do Nana, um pequeno robot pensado para tirar partido da Internet das Coisas.

Partimos de Roma com o coração cheio. O Anprino, como dizemos, é um projeto de afetos, e o brilho nos olhos das crianças que nos visitaram , o seu sorriso enquanto interagiam com os nossos robots , alegrou-nos a alma . É por isto que trabalhamos , para que os nossos alunos desenvolvam competências que lhes permitam construir um futuro melhor . Adicionalmente, representámos Portugal num evento tecnológico ao nível europeu e com impacto global. Mais do que o nosso projeto, demos a conhecer aos visitantes, participantes e organização da Maker Faire Rome o que por cá se faz nos dominós da inovação em educação . Mais do que a Associação de Professores de Informática, representamos os professores que se dedicam à inovação, e todos os que levam o Anprino para as suas atividades, clubes de robótica ou sala de aulas.